quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
o palíndromo da vida
se pudesse questionar o que vem a ser
esta pela qual é gasta sua energia
rumos, resultados, o que foi e o que será
interação, sentimentos, o que dirá
acontece assim de propósito, sem querer ou ao acaso?
não esqueça de que tudo está ligado
o que faz, pensa ou deixa disso
é compromisso
se começar, continua mesmo depois que acaba
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Carreira
A criação, desde a infância, parece ter como premissa de que o caminho a trilhar será evidente quando as escolhas tiverem que ser tomadas. Como se alguma espécie de luz fosse brilhando, indicando o caminho pra realização profissional, a carreira.
Claro, os estudos mínimos, leia-se a conclusão do ensino médio, não oferecem escolha. Tão logo, partir daí, é tudo escolhido. Qual curso fazer, em que lugar trabalhar, estagiar, etc.
O grande problema é fazer a escolha certa, senão vai ter que se adaptar à ela. Aí a realização vai levar muito mais tempo, e demandar muito mais trabalho...
Quer um exemplo prático? Sabe aquele cara que estudava com você que desenha qualquer coisa, ou melhor, tudo? Fica fácil se ele quiser fazer qualquer coisa relacionada às habilidades manuais...
Mas e pra quem não desenhava? Como saber se Medicina vai ser bacana? E engenharia? Imagine só Direito...
Claro, os estudos mínimos, leia-se a conclusão do ensino médio, não oferecem escolha. Tão logo, partir daí, é tudo escolhido. Qual curso fazer, em que lugar trabalhar, estagiar, etc.
O grande problema é fazer a escolha certa, senão vai ter que se adaptar à ela. Aí a realização vai levar muito mais tempo, e demandar muito mais trabalho...
Quer um exemplo prático? Sabe aquele cara que estudava com você que desenha qualquer coisa, ou melhor, tudo? Fica fácil se ele quiser fazer qualquer coisa relacionada às habilidades manuais...
Mas e pra quem não desenhava? Como saber se Medicina vai ser bacana? E engenharia? Imagine só Direito...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
artesanato.
acho que todo bom maconheiro que ler isso vai acabar concordando comigo, no fim das contas.
calma, nada de polêmica por aqui...
o assunto é aquele sobre bolar o seu próprio baseado. maconheiro que é maconheiro tem que saber bolar seu próprio baseado. não precisa ser artista, daqueles que colocam na carteira de malrboro light e enganam até cão farejador, mas tem que ser autosuficiente. se não for autosuficiente não é maconheiro, é usuário. ou outra coisa.
além disso, é certo que hoje em dia há toda aquela tecnologia de dechavadores (ou dischavadores, como eu vi escrito por aí esses dias...), boladores (fechadores, apertadores, como prefira chamar...) e até os vaporizadores, além de bongs, pipes e narguilés, fica fácil se aproveitar do tetrahidrocanabinol e dos seus efeitos.
mas e o ritual?
já diria aquele meu amigo artista, "tão bom quanto fumar um, é sentar junto com a galera e trocar uma idéia bolando um (ou melhor, outro!)"
calma, nada de polêmica por aqui...
o assunto é aquele sobre bolar o seu próprio baseado. maconheiro que é maconheiro tem que saber bolar seu próprio baseado. não precisa ser artista, daqueles que colocam na carteira de malrboro light e enganam até cão farejador, mas tem que ser autosuficiente. se não for autosuficiente não é maconheiro, é usuário. ou outra coisa.
além disso, é certo que hoje em dia há toda aquela tecnologia de dechavadores (ou dischavadores, como eu vi escrito por aí esses dias...), boladores (fechadores, apertadores, como prefira chamar...) e até os vaporizadores, além de bongs, pipes e narguilés, fica fácil se aproveitar do tetrahidrocanabinol e dos seus efeitos.
mas e o ritual?
já diria aquele meu amigo artista, "tão bom quanto fumar um, é sentar junto com a galera e trocar uma idéia bolando um (ou melhor, outro!)"
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
discografias.
Certa vez um amigo meu me mostrou como ele fazia pra ouvir e saber de quais musicas ele gostava. Baixava as discografias na internet, gravava num cd e saía por aí ouvindo seus arquivos em mp3...
Eu, daquele jeito tradicionalista, nunca havia feito algo assim. eu conhecia as coisas que eu gostava dos meus cds, daquela radio boa (são poucas!) ou que ouvia por aí... E mesmo assim, eu tinha um conhecimento musical bastante amplo.
Mas enfim, não é esse o foco. O foco é que eu ando trabalhando bastante com algumas discografias ultimamente. Acho que tudo começou com aquela "discografia" do Chico Buarque que caiu nas minhas mãos naquele aniversáio. Eu fiquei quase dois meses ouvindo só aqueles 53 cds. Sim, album a album, com saltimbancos trapalhões, inclusive! (o meu preferido). aí cansei, conheci tudo aquilo e meio que enjoei. Algo parecido com o que tinha aconecido com o Led, anos atrás.
Experiência interessante, mas acredito que não é a melhor maneira de conhecer bem um som. ao menos quando a gente fala dessas bandas velhas que eu gosto. os caras levam anos pra amadurecer o som deles, experimentam umas drogas diferentes ao longo do tempo, fazem uns filmes, mudam de vocalista, fazem umas parcerias, mudam o estilo, ficam velhos, . . . e você quer ouvir tudo em um mês? sem chance. você não vai entender nada.
é por isso que eu tenho feito uma coisa diferente. baixo várias, estilos diferentes, épocas diferentes, finais diferentes, tudo dentro daquelas minhas limitações, claro!
aí é ouvir tudo.
ah! leva tempo...
Eu, daquele jeito tradicionalista, nunca havia feito algo assim. eu conhecia as coisas que eu gostava dos meus cds, daquela radio boa (são poucas!) ou que ouvia por aí... E mesmo assim, eu tinha um conhecimento musical bastante amplo.
Mas enfim, não é esse o foco. O foco é que eu ando trabalhando bastante com algumas discografias ultimamente. Acho que tudo começou com aquela "discografia" do Chico Buarque que caiu nas minhas mãos naquele aniversáio. Eu fiquei quase dois meses ouvindo só aqueles 53 cds. Sim, album a album, com saltimbancos trapalhões, inclusive! (o meu preferido). aí cansei, conheci tudo aquilo e meio que enjoei. Algo parecido com o que tinha aconecido com o Led, anos atrás.
Experiência interessante, mas acredito que não é a melhor maneira de conhecer bem um som. ao menos quando a gente fala dessas bandas velhas que eu gosto. os caras levam anos pra amadurecer o som deles, experimentam umas drogas diferentes ao longo do tempo, fazem uns filmes, mudam de vocalista, fazem umas parcerias, mudam o estilo, ficam velhos, . . . e você quer ouvir tudo em um mês? sem chance. você não vai entender nada.
é por isso que eu tenho feito uma coisa diferente. baixo várias, estilos diferentes, épocas diferentes, finais diferentes, tudo dentro daquelas minhas limitações, claro!
aí é ouvir tudo.
ah! leva tempo...
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
dilemas
hum... sobre o que escrever?
talvez falar sobre mulheres, o melhor dos assuntos, mas talvez soasse um tanto óbvio comentar fatos que ilustrassem a irrelevancia que a lógica tem pra elas, outros a necessidade que elas tem de nós, e por aí vai.
quem sabe apresentar superficialmente alguma receita de uma larica daquelas de cair o queixo (como diria o meu avô)?
porventura aproveitar o espaço pra explicar detalhadamente algumas das minhas noções de vida, estratégias e planos para obter o melhor dela sem muitos esforços...
quiçá demonstrar a alegria em razão da minha plantinha estar viçosa e com 20cm de altura?
mas acho que por ora, vou guardar minhas palavras e aproveitar o tempo na cozinha ;)
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
contradições.
Aí você se pega dizendo em alto e bom som (mesmo quem pelo msn):
- Eu não gosto de filosofia!
[a resposta vem como se já estivesse pronta:
"fulana está digitando uma mensagem..."]
- Como não?! Você se formou em direito, cresceu brincando com lego, adora uma discussão e vive fumando maconha pra ir divagar com aquele seu amigo.
- Tá bom, tá bom! Eu adoro filosofia, mas na prática...
- Eu não gosto de filosofia!
[a resposta vem como se já estivesse pronta:
"fulana está digitando uma mensagem..."]
- Como não?! Você se formou em direito, cresceu brincando com lego, adora uma discussão e vive fumando maconha pra ir divagar com aquele seu amigo.
- Tá bom, tá bom! Eu adoro filosofia, mas na prática...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
círculo vicioso
sentimos falta das ex-namoradas quando as atuais deixam a desejar, e é quando vamos atrás das futuras.
o chamado círculo vicioso é uma sucessão, geralmente ininterrupta e infinita, de acontecimentos e conseqüências que sempre resulta numa situação que parece sem saída e sempre desfavorável, principalmente para quem se vê capturado por esse tipo de relação.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Círculo_vicioso
o chamado círculo vicioso é uma sucessão, geralmente ininterrupta e infinita, de acontecimentos e conseqüências que sempre resulta numa situação que parece sem saída e sempre desfavorável, principalmente para quem se vê capturado por esse tipo de relação.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Círculo_vicioso
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
...
E no fim daquela semana difícil (e por dificil entenda-se "mais trabalho que todo o resto"), você está pensando no que vai fazer amanhã, naquela hora, naquele lugar, com aquela mulher, ouvindo Independente Futebol Clube do Ultraje, falando com aquela gatinha no messenger, pausa para responder aquela mensagem, mais uma pra buscar aquela sobremesa (já que o almoço acabou de acabar), enche a taça de suco, brinca com o cachorro e vê que já está atrasado praquele trabalho que você se prometeu desempenhar, ainda arruma uns minutinhos pra escrever (sem ler antes de publicar)...
moral da história: preciso de férias de novo.
moral da história: preciso de férias de novo.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
aquela sensação de que...
...as coisas parecem estar cada dia melhores é ótima.
por "coisas" eu chamaria o conjunto de fatores relevantes da rotina, como emprego(neste sentido mesmo), grana, amigos, festas e mulheres.
vim rapidamente escrever este post, já que estou em casa por ter decidido nao sair com alguma mulher hoje pra ficar meditando (e economizar uma grana, calma, é dia de semana), e enquanto escolhia qual musica do sublime escutar, toca o celular, é aquela gata que liga pra perguntar:
-posso dormir com você?
sábado, 1 de novembro de 2008
da série, filosofando:
Hoje eu tava aqui (não extamente neste local) pensando sobre a vida que a gente leva...
- Peraí! Agente?
- Não meu... sem piadas internas aqui no blog, podemos perder público!
- Aah, tá...
Então... a vida que a gente leva não. A vida que eu levo!!
Tenho aquele emprego sussegado. Não muito bem remunerado, claro! Mas um emprego que garante a minha diversão e que também me garante um certo retorno, uma retribuição, um washback. Daquele retorno que dá pra ver o resultado direto nas pessoas, que evoluem.
Além disso, eu tenho aqueles meus amigos que tão sempre ali. Nem sempre todos, mas sempre um, ao menos! As vezes dois, três, quatro,... e sempre tem o que fazer, mesmo quando náo tem anda pra fazer.
Outro item muito importante é a mulherada. Não que haja uma em específico, mas sempre tem uma específica. O que, por ora, é suficiente.
Aí voltando daquele lugar habital, pensando sobre o cargo de diretoria (nao remunerado, por óbvio) recém adquirido por livre e espontânea vontade, eu penso que até que tá tudo tranquilo do jeito que tá.
E além de tudo, há um objetivo!
Não que haja um objetivo porque está tudo tranquilo, mas está tudo tranquilo porque há um objetivo.
Agora eu vou ali: tomar um banho e resolver aquela parada que tem que resolver logo mesmo...
- Peraí! Agente?
- Não meu... sem piadas internas aqui no blog, podemos perder público!
- Aah, tá...
Então... a vida que a gente leva não. A vida que eu levo!!
Tenho aquele emprego sussegado. Não muito bem remunerado, claro! Mas um emprego que garante a minha diversão e que também me garante um certo retorno, uma retribuição, um washback. Daquele retorno que dá pra ver o resultado direto nas pessoas, que evoluem.
Além disso, eu tenho aqueles meus amigos que tão sempre ali. Nem sempre todos, mas sempre um, ao menos! As vezes dois, três, quatro,... e sempre tem o que fazer, mesmo quando náo tem anda pra fazer.
Outro item muito importante é a mulherada. Não que haja uma em específico, mas sempre tem uma específica. O que, por ora, é suficiente.
Aí voltando daquele lugar habital, pensando sobre o cargo de diretoria (nao remunerado, por óbvio) recém adquirido por livre e espontânea vontade, eu penso que até que tá tudo tranquilo do jeito que tá.
E além de tudo, há um objetivo!
Não que haja um objetivo porque está tudo tranquilo, mas está tudo tranquilo porque há um objetivo.
Agora eu vou ali: tomar um banho e resolver aquela parada que tem que resolver logo mesmo...
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
da série: fotos
rock é a palavra escrita em vermelho com letras estilo grafitti no boné, cinza, tipo aqueles de guerrilheiros do che, mas cinza. com as alças da regatinha branca e do soutien vermelho, ele fecha o estilo basico-alternativo da dona, que tem um olhar distante, preocupado e despreocupado, que posa quase de perfil. os contornos são claros e a silhueta é nítida, os brincos e os olhos escuros se destacam, mas a sombra prevalece no rosto e nos longos cabelos cacheados castanho-escuros que repousam suavemente sobre seu ombro esquerdo. há um parapeito de madeira atrás, e acima só se vê duas das lapelas do guarda-sol responsável pela meia-luz. ao fundo, o lago que, trêmulo pelo vento, reflete as árvores em volta das casas ainda secas, ameaçadas pela tempestade que as nuvens com a parte inferior em cinza-escuro indicam que virá.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Nota mental.
...há exato um ano atrás este blog foi criado.
(e nessa época do ano tudo o que nasce é coisa boa)
(e nessa época do ano tudo o que nasce é coisa boa)
da série: fotos
A imagem, pela melancolia, é em preto e branco. talvez em sépia.
Manhã chuvosa no centro da cidade, aquele frio fora de época que insiste em continuar por perto.
Expectador do outro lado da rua, enquadra a imagem quase que exatamente na porta retangular do Café.
Enquanto aquela velhinha de guarda-chuva exdrúxulo passa apressada pela calçada, vê-se ao fundo do Café uma unica pessoa: você.
Lendo um livro que achou na estante esses dias e lhe interessou, com a caneca cheia de espresso com grappa e açucar mascavo, fones nos ouvidos - desligados, já que a história é interessante - e sorrindo....
Quase sem mostrar os dentes.
Manhã chuvosa no centro da cidade, aquele frio fora de época que insiste em continuar por perto.
Expectador do outro lado da rua, enquadra a imagem quase que exatamente na porta retangular do Café.
Enquanto aquela velhinha de guarda-chuva exdrúxulo passa apressada pela calçada, vê-se ao fundo do Café uma unica pessoa: você.
Lendo um livro que achou na estante esses dias e lhe interessou, com a caneca cheia de espresso com grappa e açucar mascavo, fones nos ouvidos - desligados, já que a história é interessante - e sorrindo....
Quase sem mostrar os dentes.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
pai cuidadoso.
Sujeito:
"Oi minha linda!Que parada braba essa de assalto hein!
Ainda bem que ele só levou bens materiais!
Relaxe e bola pra frente.
Aproveite o fato para adotar uma mudança de postura.
Faça uma reflexão sobre o ocorrido e adote atitudes que dificultem a ação destes vermes.
Viver está cada vez mais difícil!
Os riscos são cada vez maiores.
Eu, aos 50 anos nunca tive o desabor de sofrer um assalto.
Eu utilizo métodos que, penso eu, me asseguram maior segurança contra este tipo de ação.
Quando ando só, caminho muito rapidamente e sempre olhando para todos os lados.
Deixo para pensar na vida quando estou em um local mais seguro.
A noite então, nem se fala!
Evito de andar desacompanhado e ando muito acelerado.
Procuro variar meus roteiros.
Procuro identificar os pontos inseguros e adoto posturas diferentes para cada caso.
Enfim, eu tenho uma postura ofenciva."
íntegra do scrap que o pai, cinquentão do interior, mandou pra filha, lolita nova da cidade, instruindo-a..
sábado, 13 de setembro de 2008
muitas pessoas já devem ter tido essa pira, de escrever no blog depois de tomar um doce.
primeiro vc pensa na forma como vai escrever o texto, até mesmo sem se preocupar direito com o que se escreve. o teclado está tomando formas quadradas e meus dedos até parecem menores do que realmente são. aí eu apertei a barra pra ver o que acontecia, e quando de repente eu lembrei dos vídeos que sempre faço da galera fazendo alguma coisa engraçada. enfim tomo rumo da conversa. o foco era escrever no blogg a sensação e as coisas que eu vi sob efeito da substancia.
agora penso o que será q vou lembrar depois que isso passar? e quanto tempo será que leva pra passra? daqui alguns minutos, eu creio.
bom, voltando. quase tive uma bad, então vim pro meu quarto curtir um som que talvez pudesse me fazer pensar em coisas alegres. mas nenhuma delas exatamente é o que me traz paz, e eu já não sei exatamente o que é paz pra mim.
e agora pouco eu tava falando dessa forma com alguem. melhor que ninguem tenha q me ouvir.
imagina minha mãe? teria um colapso, talvez... mas sei que ela vai viver bastanttão ainda. :P
foco, foco.
essa é a forma perfeita de chegar à conclusões: será?
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
da série, filosofando:²
Tem algumas pessoas na vida que a gente ocnhece mas sempre pensa que nem precisava ter conhecido aquele fulano. Afinal, mesa de bar e canto de balada sempre há pra você conhecer qualquer maluco (e as malucas, claro!).
Aí vc pensa que tem umas pessoas que são realmente figurantes na sua vida.
Você conheceu ali, naquele bar, era um amigo de um amigo, trocaram uma idéia massa (como pessoas doidas reunidas sempre fazem), te adicionou no orkut, vc mandou pra ele um "e ae cara! beleza?" (ou nem chegou a tanto) e nunca mais se falaram.
O que você faz quando reencontra uma pessoa dessas??
Vai lá trocar mais umas idéias com ela, claro.
Aí vc pensa que tem umas pessoas que são realmente figurantes na sua vida.
Você conheceu ali, naquele bar, era um amigo de um amigo, trocaram uma idéia massa (como pessoas doidas reunidas sempre fazem), te adicionou no orkut, vc mandou pra ele um "e ae cara! beleza?" (ou nem chegou a tanto) e nunca mais se falaram.
O que você faz quando reencontra uma pessoa dessas??
Vai lá trocar mais umas idéias com ela, claro.
talvez seja só uma fase na nossa vida,
...eu disse quando falava com uma amiga no messenger, ao tentar explicar porque não podíamos ser namorados.
ia dizendo que certas pessoas são apenas fases na nossa vida, assim como também somos fases na vida das outras pessoas.
pronto, falei. talvez seja extremamente frio falar dessa forma, e desatar os laços entre o romantismo e o destino. parando pra pensar, realmente é fato que certas pessoas parecem só ter aproveitado algo nosso e dado o fora. mas outras tantas nos ensinaram muita coisa importante. chegamos à maturidade por causa delas, seja por um antigo chefe que lhe ensinou o que é ser responsável, ou por aquela namorada que te mostrou o que é bom(e ruim) de fazer pra alegrar o outro (ou pra se desculpar por alguma bobagem)... de forma ou outra, algo aprendemos, algo elas passaram de bom.
foram embora depois disso, realmente é uma pena. temos aquela sensação que nos afastamos de algo que talvez fosse bom ter ao nosso lado até o fim da vida. trágico. faleceu sua cachorrinha, sua irmã se mudou . é, algum vazio se formará naquele quebra-cabeças que vc montava. o encaixe vai ter q ser alterado pra outra peça entrar ali. esse é o momento em que percebemos que aprendemos algo, porque teremos mais informações na busca pela nova peça. então os encaixes podem sofrer alteração pra caber naquele vazio que se moldava.
(adoro metáforas, só acredito ser claro com elas.)
perfeita aquela frase: "tudo que é bom dura tempo suficiente pra ser inesquecível", porque depois acaba.
sem drama.
ia dizendo que certas pessoas são apenas fases na nossa vida, assim como também somos fases na vida das outras pessoas.
pronto, falei. talvez seja extremamente frio falar dessa forma, e desatar os laços entre o romantismo e o destino. parando pra pensar, realmente é fato que certas pessoas parecem só ter aproveitado algo nosso e dado o fora. mas outras tantas nos ensinaram muita coisa importante. chegamos à maturidade por causa delas, seja por um antigo chefe que lhe ensinou o que é ser responsável, ou por aquela namorada que te mostrou o que é bom(e ruim) de fazer pra alegrar o outro (ou pra se desculpar por alguma bobagem)... de forma ou outra, algo aprendemos, algo elas passaram de bom.
foram embora depois disso, realmente é uma pena. temos aquela sensação que nos afastamos de algo que talvez fosse bom ter ao nosso lado até o fim da vida. trágico. faleceu sua cachorrinha, sua irmã se mudou . é, algum vazio se formará naquele quebra-cabeças que vc montava. o encaixe vai ter q ser alterado pra outra peça entrar ali. esse é o momento em que percebemos que aprendemos algo, porque teremos mais informações na busca pela nova peça. então os encaixes podem sofrer alteração pra caber naquele vazio que se moldava.
(adoro metáforas, só acredito ser claro com elas.)
perfeita aquela frase: "tudo que é bom dura tempo suficiente pra ser inesquecível", porque depois acaba.
sem drama.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
da série: profissões
Nessas andanças pelo mundo afora atrás de alguma profissão na qual você não sinta que está realmente trabalhando, mas apenas fazendo aquilo que gosta e ganhando pra isso a gente sempre pensa em coisas sérias (ou nem tanto).
Mas as vezes seria interessante fazer umas coisass diferentes. E que as vezes podem ser bem lucrativas.
Uma coisa interessente deve ser ser Diretor de filme pornô!
pois é, ator não sei se seria muito uma boa não, pq vc tem que ficar "atento" por horas e horas. e repetir, e as vezes se encher de remedinhos azuis e porções cavalares de amendoim torrado.
Mas diretor seria uma ótima.
Imagine que interessante, só ficar ali observando e ordenando:
-Tira isso.
-Lambe ali!
-...a perna mais pra cima!
-Você, filma por aquele angulo.
-Iiisso, agora pra posição nº 247!
Sem contar, claro, com a possibilidade de depois do expediente dar uma esticadinha com alguma das colegas de trabalho!
É pena que com essa era digital e o boom de filmes amadores essa seja uma profissão em extinção.
Mas as vezes seria interessante fazer umas coisass diferentes. E que as vezes podem ser bem lucrativas.
Uma coisa interessente deve ser ser Diretor de filme pornô!
pois é, ator não sei se seria muito uma boa não, pq vc tem que ficar "atento" por horas e horas. e repetir, e as vezes se encher de remedinhos azuis e porções cavalares de amendoim torrado.
Mas diretor seria uma ótima.
Imagine que interessante, só ficar ali observando e ordenando:
-Tira isso.
-Lambe ali!
-...a perna mais pra cima!
-Você, filma por aquele angulo.
-Iiisso, agora pra posição nº 247!
Sem contar, claro, com a possibilidade de depois do expediente dar uma esticadinha com alguma das colegas de trabalho!
É pena que com essa era digital e o boom de filmes amadores essa seja uma profissão em extinção.
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