sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

círculo vicioso

sentimos falta das ex-namoradas quando as atuais deixam a desejar, e é quando vamos atrás das futuras.

o chamado círculo vicioso é uma sucessão, geralmente ininterrupta e infinita, de acontecimentos e conseqüências que sempre resulta numa situação que parece sem saída e sempre desfavorável, principalmente para quem se vê capturado por esse tipo de relação.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Círculo_vicioso

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

...

E no fim daquela semana difícil (e por dificil entenda-se "mais trabalho que todo o resto"), você está pensando no que vai fazer amanhã, naquela hora, naquele lugar, com aquela mulher, ouvindo Independente Futebol Clube do Ultraje, falando com aquela gatinha no messenger, pausa para responder aquela mensagem, mais uma pra buscar aquela sobremesa (já que o almoço acabou de acabar), enche a taça de suco, brinca com o cachorro e vê que já está atrasado praquele trabalho que você se prometeu desempenhar, ainda arruma uns minutinhos pra escrever (sem ler antes de publicar)...



moral da história: preciso de férias de novo.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

aquela sensação de que...

...as coisas parecem estar cada dia melhores é ótima.
por "coisas" eu chamaria o conjunto de fatores relevantes da rotina, como emprego(neste sentido mesmo), grana, amigos, festas e mulheres.
vim rapidamente escrever este post, já que estou em casa por ter decidido nao sair com alguma mulher hoje pra ficar meditando (e economizar uma grana, calma, é dia de semana), e enquanto escolhia qual musica do sublime escutar, toca o celular, é aquela gata que liga pra perguntar:
-posso dormir com você?

sábado, 1 de novembro de 2008

da série, filosofando:

Hoje eu tava aqui (não extamente neste local) pensando sobre a vida que a gente leva...

- Peraí! Agente?
- Não meu... sem piadas internas aqui no blog, podemos perder público!
- Aah, tá...

Então... a vida que a gente leva não. A vida que eu levo!!
Tenho aquele emprego sussegado. Não muito bem remunerado, claro! Mas um emprego que garante a minha diversão e que também me garante um certo retorno, uma retribuição, um washback. Daquele retorno que dá pra ver o resultado direto nas pessoas, que evoluem.
Além disso, eu tenho aqueles meus amigos que tão sempre ali. Nem sempre todos, mas sempre um, ao menos! As vezes dois, três, quatro,... e sempre tem o que fazer, mesmo quando náo tem anda pra fazer.
Outro item muito importante é a mulherada. Não que haja uma em específico, mas sempre tem uma específica. O que, por ora, é suficiente.
Aí voltando daquele lugar habital, pensando sobre o cargo de diretoria (nao remunerado, por óbvio) recém adquirido por livre e espontânea vontade, eu penso que até que tá tudo tranquilo do jeito que tá.
E além de tudo, há um objetivo!
Não que haja um objetivo porque está tudo tranquilo, mas está tudo tranquilo porque há um objetivo.

Agora eu vou ali: tomar um banho e resolver aquela parada que tem que resolver logo mesmo...

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

da série: fotos

rock é a palavra escrita em vermelho com letras estilo grafitti no boné, cinza, tipo aqueles de guerrilheiros do che, mas cinza. com as alças da regatinha branca e do soutien vermelho, ele fecha o estilo basico-alternativo da dona, que tem um olhar distante, preocupado e despreocupado, que posa quase de perfil. os contornos são claros e a silhueta é nítida, os brincos e os olhos escuros se destacam, mas a sombra prevalece no rosto e nos longos cabelos cacheados castanho-escuros que repousam suavemente sobre seu ombro esquerdo. há um parapeito de madeira atrás, e acima só se vê duas das lapelas do guarda-sol responsável pela meia-luz. ao fundo, o lago que, trêmulo pelo vento, reflete as árvores em volta das casas ainda secas, ameaçadas pela tempestade que as nuvens com a parte inferior em cinza-escuro indicam que virá.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Nota mental.

...há exato um ano atrás este blog foi criado.

(e nessa época do ano tudo o que nasce é coisa boa)

da série: fotos

A imagem, pela melancolia, é em preto e branco. talvez em sépia.

Manhã chuvosa no centro da cidade, aquele frio fora de época que insiste em continuar por perto.
Expectador do outro lado da rua, enquadra a imagem quase que exatamente na porta retangular do Café.
Enquanto aquela velhinha de guarda-chuva exdrúxulo passa apressada pela calçada, vê-se ao fundo do Café uma unica pessoa: você.
Lendo um livro que achou na estante esses dias e lhe interessou, com a caneca cheia de espresso com grappa e açucar mascavo, fones nos ouvidos - desligados, já que a história é interessante - e sorrindo....
Quase sem mostrar os dentes.